segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Planejamento é fundamental e indispenável

Gostaríamos de discutir com os(as) colegas educadores(as) a questão crucial para o sucesso na utilização de laboratório de informática e mesmo na educação como um todo, que é o planejamento das atividades e da aula como um todo.
Assim, reproduziremos abaixo um texto publicado na revista Nova Escola em 2010 que trata do assunto - O melhor do computador - Só ter equipamentos na escola não basta. Confira aqui o que ajuda no aprendizado e o que serve apenas para agradar aos pais.

"A tecnologia deve ser utilizada para apresentar e aprofundar conteúdos curriculares. Usar o computador somente para ensinar programas de informática é desperdício", diz o pedagogo Wagner Antônio Júnior, coordenador do Projeto de Apoio Pedagógico Informatizado da Faculdade de Agudos, a 410 quilômetros de São Paulo. O ideal é estabelecer objetivos pedagógicos para que as atividades tenham foco e fazer do laboratório uma extensão da sala de aula.
Para isso, a internet nem sempre é imprescindível. José Junio Lopes, coordenador do laboratório de informática do Colégio Joana D’Arc, em São Paulo, exemplifica: "O aluno pode fazer apresentações em slides, usar editores de texto e elaborar planilhas e gráficos. Essas ferramentas de aprendizado não requerem a rede mundial de computadores".

Com ou sem a rede, o fato é que o planejamento é fundamental. "Definir as ações que serão feitas no computador é tão importante quanto ser criativo na hora de elaborar a aula", salienta a professora Antonia Lucélia Mariano, de Juazeiro do Norte, a 565 quilômetros de Fortaleza, ganhadora do prêmio Educarede de Internet e Inovação Pedagógica, promovido pela Fundação Telefônica.


Para ajudá-lo a planejar e acabar com os equívocos sobre o uso do computador na sala de aula, NOVA ESCOLA elaborou os quadros da página ao lado. No primeiro, estão atitudes e procedimentos para fazer do computador um aliado. No segundo, os que comprometem qualquer projeto de informatização escolar.


Assim dá certo

1. Escolher conteúdos - Eleger e estudar os conteúdos que serão apresentados ou aprofundados na sala de informática é essencial para que a aula seja objetiva e produtiva. Além disso, faz com que o professor se sinta mais seguro na hora da aula.
2. Selecionar programas - Com o conteúdo escolhido, é hora de encontrar os programas e sites mais apropriados para atingir as metas de aprendizagem. Se a aula é de redação, um editor de textos é uma boa opção.

3. Fazer o roteiro da aula - Todas as atividades precisam ser bem estruturadas e bem planejadas, prevendo momentos de pesquisa, de visualização do conteúdo estudado e de troca de informações. Isso evita a dispersão.

4. Incentivar a interação - Os alunos devem interagir para construir conhecimento. Para tanto, que tal criar blogs, e-mails e fóruns?

5. Usar jogos educativos-  Os desafios propostos pelos softwares e jogos virtuais estimulam os jovens e complementam a aula de forma lúdica.

6. Explorar o audiovisual
- A internet e os programas educativos oferecem vídeos e animações que favorecem o aprendizado. Use-os!
7. Permitir que o aluno crie - Publicar textos em blogs ou sites e fazer apresentações em slides torna o estudante produtor de conteúdo e de conhecimento.

8. Evitar a desatenção
- Para a turma não perder o foco da aula, vale bloquear o acesso a sites de relacionamento, salas de bate-papo e programas de mensagens que não sejam coerentes com o conteúdo ensinado.
9. Criar espaço lúdico - Todos precisam ficar à vontade na sala de informática. Por isso, coloque nas paredes cartazes, mapas, ilustrações e trabalhos dos alunos, criando um ambiente acolhedor e rico em informações.

10. Preparar-se bastante - Você se sentirá mais seguro na sala de informática se aprender a usar a máquina, a internet e os programas básicos. Além disso, terá melhores resultados.
 

ASSIM NÃO DÁ

1. Dar aula só de informática - O objetivo das aulas na sala de informática não deve ser formar técnicos, mas melhorar o aprendizado. Por isso, evite o uso do espaço apenas para ensinar a operar programas.
2. Não ter planejamento - A falta de objetivos claros faz com que tanto professor como alunos percam o foco, comprometendo o aprendizado.

3. Achar que a turma sabe tudo - Embora os jovens sejam espertos quando o assunto é informática, é um erro supor que todos dominem as ferramentas com a mesma destreza. Não deixe de ensinar como operar os programas básicos. Dessa forma, os menos plugados conseguirão acompanhar as aulas.

4. Usar a sala para distração - Computador na escola tem de estar voltado somente para a aprendizagem. Se a garotada usar o laboratório no período entre aulas, vai associá-lo somente ao lazer.

5. Liberar o entretenimento - Sites de relacionamento, download de músicas e jogos eletrônicos dispersam o aluno durante a aula

6. Deixar os alunos sozinhos - Sem mediação, eles iniciarão bate-papos e ainda poderão acessar conteúdos impróprios.

7. Censurar demais
- Se for para encontrar páginas e ferramentas sobre o tema da aula, não cerceie a liberdade da turma na hora de navegar na internet.
8. Ter poucas máquinas
- As atividades ficam prejudicadas quando os estudantes não usam o computador de forma igualitária. O ideal é ter um equipamento para cada dois alunos. Assim, todos terão a chance de operá-lo durante a aula.
9. Ver o micro como rival - Se você tiver medo da tecnologia e dos avanços que ela traz, jamais vai enxergá-la como uma fonte de conhecimento e informação. Quando bem utilizada, a tendência é que ela vire aliada, em vez de concorrente.

10. Usar equipamento ruim - Computadores muito lentos e defasados sempre causam frustração e perda do interesse por parte dos alunos. Evite-os.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Sites de vídeoaulas

O site educadoresinovadores publicou, no último dia 12 de novembro uma reportagem onde apresenta cinco bancos de vídeoaulas e cursos gratuitos, que podem ser usados para as aulas da educação básica e mesmo para aprimorar conhecimentos na graduação.

Acesse os links abaixo e confira a dica do site.


Khan Academy
Um dos mais famosos portais de vídeo aulas, a Khan Academy foi fundada em 2008 pelo norte-americano Salman Khan. O site chegou ao Brasil no começo de 2013 e já tem centenas de vídeos traduzidos para o português. O foco das aulas são disciplinas do ensino básico como matemática, biologia, química e física

e-Unicamp
O portal e-Unicamp é uma iniciativa da Universidade Estadual de Campinas, em São Paulo. Criado em abril de 2013, ele oferece uma série de curtas videoaulas voltadas para o ensino básico.

e-Aulas USP
Lançado no final de 2012, o site e-Aulas da USP é voltado para o ensino superior e já conta com mais de 900 vídeos. Por enquanto, a maior parte é relacionada à área de ciências. Em alguns cursos é possível baixar materiais didáticos de apoio.

Veduca
Veduca é uma plataforma que oferece videoaulas das principais universidades brasileiras e do mundo. UNESP, Unicamp, USP, Stanford, MIT, Columbia, Michigan e Harvard fazem parte da lista. No site é possível não apenas assistir aos vídeos, mas também acompanhar as aulas, fazer comentários e ganhar certificados.

Unesp Abert
Voltada para professores em formação, a Unesp Aberta reúne, desde junho de 2012, mais de 300 videoaulas, além de livros digitais e outra ferramentas, como mapas, imagens e animações. Por enquanto, a maior parte do material é voltada para a área de humanidades.

Confira as dicas do site!

sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Plataformas adaptativas

Atualmente existem inúmeras "plataformas adaptativas",  que são  "plataformas inteligentes que usam softwares que propõem atividades diferentes para cada aluno, sob medida, a partir de suas respostas e reações às tarefas. Nelas, os estudantes têm acesso a diversas experiências de aprendizado, tais como games, vídeos, textos, exercícios, atividades em grupo recebendo, em tempo real, feedback sobre seu próprio desempenho. Essa mensuração de desempenho também é usada para traçar um mapa de conteúdos, que vai cruzar as disciplinas para que ele consiga avançar simultaneamente em cada uma delas."
Fonte: Site Porvir

Abaixo transcrevo um artigo do mesmo site (Porvir) com o título "8 plataformas adaptativas que você precisa conhecer, por Vinícius Bopprê.


Já falamos algumas vezes por aqui sobre o poder do uso de Big DataGlossário compartilhado de termos de inovação em educação na educação e como as chamadas plataformas adaptativasGlossário compartilhado de termos de inovação em educação têm ajudado professores, gestores e redes de ensino a dar mais autonomia aos alunos e a personalizar o processo de aprendizagem. Mas a construção desses algoritmos que analisam o desempenho dos alunos em tempo real e que sugerem conteúdos (vídeos, games, exercícios, textos etc.) específicos para as necessidades de cada um não é uma tarefa fácil.
Ainda são poucas as ferramentas que chegaram lá. Aproveitando o gancho da Education Dive, que publicou recentemente a sua seleção das mais famosas plataformas adaptativas, o Porvir preparou a sua versão da lista incluindo plataformas latinoamericanas. Entre elas estão a Smart Sparrow, que permite que qualquer pessoa crie seu próprio curso, a DreamBox, que personaliza o ensino por meio de games, e a Geekie Games, plataforma nacional que ajuda estudantes a se prepararem para o Enem. Confira:
Fonte: Site Porvir

Leitura interessante, confira a dica!

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Rede Social para professor compartilhar conhecimento

O blog TopiclearningNews - "Plataformas e soluções com elevado valor pedagógico para estimular a aprendizagem entre educadores e educandos", também faz uma postagem a respeito da "Rede Social para professores compartilharem conhecimento", clique no link ao lado e informe-se.
A reportagem também utiliza como fonte a reportagem do site porvir.org.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Rede Social para professor compartilhar conhecimento

"Polinizar é o ato de transferir os polens de uma flor para outra, fazendo com que elas se reproduzam e se multipliquem. Polinizar é o ato de transferir os polens de uma flor para outra, fazendo com que elas se reproduzam e se multipliquem. É isso que a Polinize, plataforma que funciona como uma rede social, quer fazer com a educação, conectando estudantes, professores, artigos científicos e de opinião, cursos gratuitos e fóruns de debates num só espaço. No ar desde outubro, a rede já conta com mais de 5.000 usuários e 12 cursos disponíveis.
Um dos maiores cuidados tomados no desenvolvimento da plataforma, segundo Pedro Teberga, um dos fundadores do site, foi justamente o de facilitar a vida dos educadores que querem usar a rede. “Eles não são obrigados a entender e gostar de tecnologia. Tem muito professor com textos bons, materiais opinativos, pesquisas e que não sabe o que fazer com eles, não dominam a estrutura dos blogs ou não usam Facebook”, diz Teberga."

O texto e a reportagem foram extraídos do site "Porvir - O futuro se aprende". A ideia é, a meu juízo, interessante e pode tomar corpo. É mais uma ferramenta a disposição dos educadores e educadoras interessados(as) em qualificar o processo educativo.
Clique na figura para acessar o site e faça sua inscrição.
Abaixo transcrevo o restante da reportagem.

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Dicas para uma boa apresentação de slides

A revista Nova Escola, em sua edição online de 19 de outubro último, faz uma publicação em "Tecnologia na Educação" - As melhores ferramentas e as novidades sobre o uso das TIC na sala de aula, onde apresenta dicas para a realização de uma boa apresentação de trabalhos, muito comuns no cotidiano da escola.
As dicas são interessantes e, abaixo, transcrevo o texto, extraído do link -  Dicas para uma boa apresentação de slides.

Oi, gente. Sou Vilmar Oliveira, editor de arte dos sites de Nova Escola e Gestão Escolar. A turma do blog me convidou para falar um pouco sobre o visual de boas apresentações de PowerPoint. E lá vou eu!Escolhi uma delas, que você confere no fim deste post. Selecionei essa apresentação porque acho que ela traz – de maneira bem humorada – algumas dicas importantes:
1. A simplicidade é fundamental. A apresentação em questão pode até parecer simples demais, mas não é. Ela funciona bem como ponto de apoio do que é essencial, o que o apresentador tem a dizer.
2. Use fundos com moderação. Temos aqui na editora um grande chefe que sempre nos diz: “ainda não inventaram nada mais eficiente do que letra preta em fundo branco”. Ele está certo!
3. Slides devem ser sintéticos. Lâminas com muito texto fazem a audiência se perder. As boas apresentações destacam apenas os pontos principais. O restante é complementado pela fala do apresentador.
4. O que nos leva ao ponto seguinte: não escreva na apresentação tudo o que você precisa ler…
5. Atenção ao tamanho da letra. Letras muito pequenas simplesmente não podem ser vistas!
6. Cuidado com o tipo de letra. Elas têm personalidade. Prefira letras mais neutras. Você tem certeza de que quer usar a Comic Sans? Se a intenção for passar sobriedade, é melhor não…
7. Cores e imagens: use apenas o essencial. Evite o chamado “page decoration” – quando se usam recursos gráficos apenas para “deixar a página mais bonita”. Quase sempre, o que se consegue é poluir a apresentação…
8. O mesmo vale para uso de ícones: eles devem ter um propósito comunicativo,ajudando você a enfatizar seu ponto (e não apenas serem “bonitinhos”).
9. Dê preferência ao uso de uma imagem por slide. Isso ajuda a dar relevância ao que você quer mostrar.
10. Lembre-se que uma boa apresentação não deve ter erros de ortografia. Vale, e muito, passar para alguém que possa revisá-la previamente.
Aqui você encontra algumas dicas para deixar suas apresentações mais claras e objetivas, e também um site para compartilhá-las na internet: o SlideShare
A apresentacão abaixo é apenas uma de muitas publicadas nesse site. Lá, existem milhares de apresentações sobre os mais variados assuntos, que podem servir como referência (do que fazer e do que evitar) na hora de você criar as suas.
Também é bom lembrar que o PowerPoint não é o único programa indicado para criar apresentações. Qualquer programa que imprima em formato PDF pode ser utilizado para fazer um bom trabalho.
Para finalizar, me diga: essas dicas foram úteis para você? Que tal compartilhar outras no campo de comentários? Conto com sua colaboração!
Confira o exemplo abaixo e boas apresentações!

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Faltosos no Enem 2013

Prejuízo estimado do Enem 2013 com candidatos faltosos é de R$103 milhões 

Mais de 2 milhões de estudantes não compareceram aos locais de prova

da redação | 28/10/2013 13h13
A edição de 2013 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou um número recorde de candidatos ausentes. Foram mais de 2 milhões ou 29% dos 7,1 milhões de inscritos, segundo dados preliminares divulgados pelo Ministério da Educação (MEC). Com base no custo aproximado por inscrito, o prejuízo com operações logísticas e de impressão de provas pode ter chegado à casa dos R$103 milhões de reais.
Com relação à prova de 2012, a taxa de abstenção cresceu, quando 1,6 milhão de inscritos (27,9%) faltaram. No entanto, o índice deste ano ainda é menor do que o registrado em 2009, ano de vazamento da prova, em que 37,7% dos estudantes não compareceram ao Enem.
Mesmo com a quantidade recorde de ausentes, o Enem o número de presentes representou um aumento de 20% em relação ao ano anterior. Em 2011, a média de faltas foi de 26,4% e, em 2010, de 28%. O MEC chegou a anunciar que criaria medidas para inibir faltosos, mas recuou. Em vestibulares tradicionais, a abstenção fica em torno de 10%.
Gabaritos e resultado final

Os gabaritos oficiais serão divulgados até a próxima quarta-feira (30), no site do Inep. As correções comentadas do primeiro e do segundo dia podem ser conferidas no site do GUIA.
Segundo o MEC, o resultado final será divulgado na primeira semana de janeiro. O ministro ainda lembrou que, assim como no ano passado, os candidatos terão acesso ao espelho da correção para fins pedagógicos.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Professor - 7 passos para ser conectado



O site Educação Digital postou uma matéria com o título - "7 passos para ser conectado".

Nele o site, considerando a situação de desânimo e os equipamentos que chegaram às escolas, afirma que a tecnologia chegou para todos e apresenta, na sua visão, os 7 primeiros passos para introdução das tecnologias, no sentido de auxiliar e ajudar os professores.
·  Prepare-se,
·  Planeje,
·  Organize o tempo,
·  Tenha um plano B,
·  Mantenha o foco no conteúdo,
·  Traga os alunos "Mais conectados" para o seu time, e
·  Avalie
Ao final da postagem o site apresenta dois links que julga interessantes.
Curta a matéria!



7 passos para ser conectado!
Vou passar para vocês 7 passos para começar a usar tecnologias em sala de aula com sucesso.
Ok. Sei que existem várias situações que podem lhe levar ao desânimo, mas para alguns casos, esses pequenos passos podem ajudar e muito!
Bem… os equipamentos chegam nas escolas (quando chegam) e em algumas ótimas situações o professor de informática rege a orquestra, ficando a margem os outros professores por não serem específicos em tecnologia.
Quero declarar que atualmente essas ferramentas não são apenas para o específico em tecnologias, a era do conhecimento chegou para todos!
Pensando nisso, resolvi ajudar os professores nessa tarefa com os primeiros 7 passos:

1 .  PREPARE-SE:
       Nessa fase toda informação que você conseguir será bem vinda, converse com quem já fez uso de tecnologias,   procure      saber quais foram os resultados, os acertos e erros.
Se possível faça algum curso,  não precisa ser específico para educação, pode ser só da ferramenta e você faz o link com seu planejamento.
Se já domina o computador um pouco, explore mais o software do seu conhecimento para ganhar mais segurança.

2.  PLANEJE
Pense no conteúdo que quer trabalhar e quais objetivos quer atingir.
Onde a tecnologia pode te ajudar?
1.    Jogos online, existem muitos jogos interessantes no site www.escolagames.com.br, vale a pena conferir.
2.    Sites de pesquisa
3.    Elaboração de textos
4.    Criação de vídeos
5.    Seminários com uso de slides
6.    etc, etc,etc…
Observe também quais são os equipamentos que estão disponíveis na escola.

3. ORGANIZE O TEMPO
O planejamento do tempo é tão importante quanto o planejamento pedagógico, visto que os dois se convergem, ok?
Tenha uma organização que lhe permita identificar quantas aulas serão necessárias para realizar a atividade com tecnologias.
DICA: se for trabalhar com sites, dê os links para os alunos, evitando distrações e escapadas!
Deixe alguns modelos prontos se necessário, arquivos na máquina que os alunos forem usar. PLANEJE ANTES!!!!

4. Tenha um PLANO B
Trabalhar com tecnologia muitas vezes é uma emoção!!! A máquina quebra, o arquivo não abre, a luz acaba, etc….

5. MANTENHA O FOCO NO CONTEÚDO
Lembre-se que a tecnologia nos propõe ferramentas!!!
Quem irá orquestra-las será você.
Em muitas situações você encontrará alunos que dominam as ferramentas mais do que você, mas ele não domina a turma!!! Você é o MENTOR, o EDUCADOR e MEDIADOR.
6. TRAGA OS ALUNOS mais “conectados” PARA O SEU TIME.
Eles têm muito para colaborar, sentem-se importantes, sabem que podem lhe ajudar e isso estabelece um excelente e harmonioso vínculo para essas aulas.

7. AVALIE
Nessa avaliação leve em conta a motivação sua e dos alunos, check os prazos e se necessário repense uma esticadinha para a próxima ou talvez se surpreenda com os resultados.
Veja se a tecnologia escolhida realmente colaborou com o aprendizado dos alunos e seu também.
E não esqueça!!! Nunca sai perfeito, mas…FEITO.
Atualmente a capacitação do professor está também relacionada aos usos das tecnologias, pois, hoje aparece como ferramentas tão importantes como lápis e papel, não é mesmo?




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